A Ghost Story: existir, amar e seguir em frente

Oi gente, como vocês estão? Muito frio onde moram? Desde que esfriou hoje foi o primeiro dia que usei roupa mais quente. Me dá preguiça usar meia, calça, e ficar de casaco. Prefiro os dias quentes. Mas o inverno tem suas vantagens… ficar debaixo das cobertas vendo filmes no Netflix.

Esse mês chegou ao catálogo o filme A Ghost Story (Sombras da vida) protagonizado por Casey Affleck. Pra quem não o conhece ele é irmão de Ben Affleck (sim, meu ator favorito desde Pearl Harbor). A atuação dele em Garota Exemplar também está incrível concordam?

Me tornei admiradora do trabalho de Casey Affleck depois de assistir “Gone, Baby Gone” em que ele atua ao lado de ninguém menos que Michelle Monaghan, Morgan Freeman, Titus Welliver e Ed Harris. O filme é baseado no livro de mesmo nome do autor Dennis Lehane. Já comentei sobre ele lá no instagram @corujageek 🙂

A Ghost Story
A Ghost Story

O filme conta a história de um casal (Casey e Rooney – personagens sem nomes) que se muda para uma casinha no subúrbio do Texas. Num dia qualquer ele sai de carro, bate e morre. O fantasma retorna à casa para consolar sua esposa e passa a observá-la diariamente. Porém não há interação entre eles.

A Ghost Story
O filme

Desde o início percebemos uma falha de comunicação no relacionamento mas isso fica ainda mais nítido quando o marido morre e analisamos o flashback. É possível perceber que ambos querem seguir caminhos diferentes, almejam coisas diferentes e isso vem desgastando a relação.

O ponto crucial é quando a esposa quer se mudar para uma casa melhor, maior, e o marido quer continuar vivendo no subúrbio. Ao ser questionado ele diz sentir energia naquela casa, que ela tem passado, e que o faz bem morar ali. Na visão dele o relacionamento está indo bem porém a esposa está cada dia mais descontente. Ele não consegue perceber que a alma dela é livre.

Quem já viveu um relacionamento sério com objetivo de casar, comprar uma casa, formar família, etc. sabe o quanto é difícil e complicado alinhar os objetivos. Cada indivíduo teve uma educação diferente, outra visão de mundo, outras prioridades, consideram outras coisas mais importantes.

A Ghost Story
A importância do diálogo

No meu relacionamento por exemplo, meu namorado gosta de comer bem. Ele não se incomoda de pagar por uma comida bem feita, gostosa. Já eu sou mais simples e fico contente comendo coxinha haha Por outro lado, eu gosto de investir em itens de decoração, gosto da casa arrumada, com jeitinho de lar, e ele considera supérfluo. Conseguem perceber a diferença?

Poderíamos viver brigando sobre isso? Talvez. Mas durante o nosso relacionamento já sentamos várias vezes para conversar e explicar um ao outro o que nos deixa feliz, o que nos completa e o que nos realiza. Acredito que diálogo é fundamental para evitar mal entendido. Ainda mais se queremos continuar ao lado daquela pessoa.

Outro ponto muito forte no filme é a morte. Geralmente as histórias retratam o lado de quem ficou, de quem sofre o luto, de quem precisa se desfazer das roupas, as vezes mudar de casa, e começar uma nova vida. Em A Ghost Story temos a visão do lado de quem partiu. Fica bem claro o quanto ele era apegado à vida que tinha. O quanto era apegado ao passado, à casa, ao piano.

A Ghost Story
Deixar o passado e seguir em frente

Há quem acredite que espíritos ficam presos em nosso mundo porque tem assuntos mal resolvidos como em Ghost lembram? Nesse filme percebemos o quanto ele amava a esposa e volta para ficar ao lado dela. Porém percebe que por mais que as pessoas fiquem tristes, chorem, passem meses sem sair de casa um dia as coisas vão voltando ao normal. Talvez não seja por falta de amor mas porque é um processo natural da vida.

Após sua esposa se mudar a casa fica vazia por algum tempo e ele permanece preso às lembranças. Quando uma nova família chega ele sente que estão “roubando” sua casa. Tanto que fica bravo por aquelas pessoas estarem ali. Com o tempo elas também vão embora.

O ponto alto da história pra mim é quando alguns jovens se mudam para a casa. Durante uma festa algumas pessoas em volta da mesa conversam sobre como a vida é breve. E se deveríamos nos preocupar ou não com o que deixamos para trás. Alguns questionamentos são levantados. Para quem escrevemos? Para quem cantamos? Se soubéssemos que ninguém veria nada disso faríamos as mesmas coisas? Será que faríamos tudo igual?

A Ghost Story
Questionamentos e reflexões

Esse bate-papo trouxe outro questionamento. O que deixamos para o mundo quando partimos? Qual foi a nossa contribuição? Será que o tornamos melhor do que conhecemos? Isso me deixou bastante reflexiva. Será que estou fazendo algo de bom para a minha comunidade? Para aqueles que me conhecem ou não? Será que plantei uma boa sementinha? O que falarão de mim quando eu partir?

Já parou pra pensar que ainda falamos sobre Sócrates? Platão? Beethoven? Que ainda cantamos as músicas do Elvis? The Beatles? Que ainda usamos a fórmula de báskara? E quanto a nós? O que temos de especial? O que fazemos que mais ninguém faz? Será que as pessoas se lembrarão de nós? Será que sentirão nossa falta? Faz uma semana que assisti o filme e essas perguntas seguem em minha mente.

Após a morte vamos para algum lugar ou acontece como em Ghost de “fechar” a passagem de luz e ficarmos presos aqui? Será que alguns espíritos passeiam ao nosso lado na rua como almas solitárias e assuntos não resolvidos? Já se questionaram quanto a isso? Quando criança alguém me disse que quando somos muito apegados a alguém seu espírito não consegue “partir” porque o prendemos a nós. Mesmo que doa é preciso deixar partir. Hoje compreendo o que isso quer dizer.

A Ghost Story
Minha opinião

Primeiro preciso dizer que assisti três vezes. Sozinha e com meu namorado. Enquanto víamos ele me fez entender algumas coisas que não tinha percebido antes e isso me permitiu uma visão mais clara sobre a história. Interessante pois as vezes deixamos escapar algum detalhe.

Quem já assistiu os filmes protagonizados pelo Casey Affleck sabe que ele gosta de deixar interrogações no ar. Em A Ghost Story não é diferente. Apesar de o filme ser linear, sem grandes revelações, e para alguns soar meio monótono é muito rico pois permite diversas interpretações.

Acredito eu que cada pessoa ao assistir vai tirar suas próprias conclusões. Não é aquele tipo de filme pronto, hermético, que entrega tudo e não abre espaço para outras possibilidades. O que chama atenção é em pouco tempo trazer temas tão relevantes e que fazem parte do nosso dia a dia.

A edição de imagens também merece destaque. Aquele tom cinza, nublado, meio triste permanece ao longo do filme. Vocês sabem o quanto avalio fotografia nas produções que assisto. Em A Ghost Story ela dá o tom certo ao enredo. Grande parte do que sentimos deve-se a isso.

A Ghost Story
A trilha sonora

Por último e mais importante a trilha sonora. A música que me ganhou foi I Get Overwhelmed – Dark Rooms. Ela te deixa em transe e te faz rever a história várias e várias vezes. Te faz questionar se valoriza o tempo ao lado daqueles que ama. Se leva a vida apenas no automático. O que realmente importa?

A vida é efêmera e passa num piscar de olhos. Conforme os dias vão passando acompanhamos M do luto à superação mas sem deixar de amar C. A morte, o luto, são trazidos de maneira tão delicada, tão cuidadosa. Casey Affleck e Rooney Mara conseguiram de forma magistral quase sem diálogos transmitir sensações inexplicáveis.

Quando M tira as roupas do marido do guarda-roupa, separa os discos, empacota os livros, leva as caixas para o caminhão de mudança, pinta a casa, finalmente entra no carro e começa a dirigir percebemos que é hora de superar e deixar tudo para trás. O silêncio grita em algumas cenas. É contraditório? Sim. Mas é isso que nos faz mergulhar no mais profundo dessa história.

A Ghost Story
Curiosidades sobre o filme
  • A ideia original do filme surgiu de uma discussão que o próprio diretor teve com sua esposa sobre eles se mudarem do Texas para a Califórnia
  • Rooney é vegana mas abriu exceção ao gravar a cena comendo uma torta de chocolate quase inteira (maneira de demonstrar a dor do personagem após a perda)
  • Casey é realmente quem está por baixo do lençol (para manter aquele volume foram usadas diversas anáguas e um capacete para sua cabeça ficar alinhada)
  • O diretor tinha intenção de o fantasma ser mais cômico/engraçado porém após as gravações percebeu que não funcionava
  • Casey e Rooney já atuaram juntos em Ain’t Them Bodies Saints (Amor fora da lei) em 2013
Rooney Mara

Se pararmos pra pensar há dois lados. Quem fica. Quem parte.”

Um dos filmes mais tocantes que assisti em 2020. Posso até dizer que se tornou um dos meus favoritos até o momento. Se não conhecem deem uma chance. Há muito o que aprender com A Ghost Story.

Agora me contem, conheciam o filme? Já assistiram alguma produção com o Casey Affleck? Gostam do jeito diferente dele de atuar?

Leia também: Respondendo a tag com que filme eu vou?

Até o próximo post, Érika ♡

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52 Comments

  1. Avatar
    Pollyanna Campos 28/07/2020 at 10:36

    Olá,tudo bom?
    Nunca tinha ouvido falar desse filme, mas confesso que fiquei muito interessada após essa resenha completa, que aborda as diversas nuances e temáticas abordadas pelo mesmo. Fiquei bem curiosa para ver essa questão do relacionamento sendo mostrado em flashbacks, sempre acho isso muito interessante. Também já quero ver esses jovens que vão morar na casa depois. O diálogo parece ser bem interessante.
    Amei seu post! Dica mais que anotada ♥
    Beijos!

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    Dayhara Ribeiro Martins 26/07/2020 at 21:52

    Olá, tudo bem? Primeiro gostaria de te parabenizar pela resenha, ficou linda e super bem feita! Alem disso, acho que nunca li nada que mostrasse a visão de quem partiu, realmente é um fator bastante curioso, obrigada pela dica valiosa!

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    Ivi Campos 24/07/2020 at 08:35

    Eu já tinha visto o poster do filme pela internet, mas não me interessei muito. Suas considerações mudaram isso porque agora eu quero assistir.
    Beijos

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    JACQUELINE 23/07/2020 at 16:09

    Oi,tudo bem ?
    Nossa, amei o post pois eu já tinha visto esse filme na plataforma, mas deixei ele na lista. Agora conhecendo melhor a obra, fico animada para assistir . Com toda certeza é uma ótima indicação e pelo visto o trabalho ficou incrível .

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    Jaqueline Reis 22/07/2020 at 17:54

    Certamente eu não assistiria um filme sobre fantasma. Maaas… Que sinopse!!! Adorei a sua resenha. São mensagens muito importantes sobre relacionamento, principalmente o diálogo. E pra melhorar, uma boa trilha sonora. Vou assistir.

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    PS Amo Leitura 22/07/2020 at 12:46

    Fiquei com o coração cheio de vontade para assistir essa obra! Ainda não conhecia, mas me peguei pensando e refletindo sobre todas as questões que você abordou por aqui. O diálogo é realmente uma peça fundamental em qualquer relacionamento, pois, se não há diálogo, não temos como saber o que está dando certo ou não. Já vou correndo abrir a Netflix e adicionar esse filme por lá. Obrigada por esse post <3

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    Tayres - E.T. 22/07/2020 at 12:41

    Ainda não assisti a esse filme, mas pelo que você contou achei interessante essa reflexão que ele nos leva a fazer sobre a vida e a morte e sobre o que estamos fazendo e o que vamos deixar para as futuras gerações. Com certeza e algum momento vou assistir a esse filme, gosto de filmes que trazem essa temática a tona.

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    Luly Lage 22/07/2020 at 09:54

    Caraca, Erika, eu achei a trama desse filme MUITO maravilhosa! Achei incrível essa trajetória do fantasma em acompanhar a esposa e depois querer continuar na casa que tanto gostava, acompanhando também os moradores seguintes… Me fez refletir muito nesses minutinhos lendo sobre o apego que a gente sente em relação às coisas, mas que faz sentido sentir, sei lá. Pelas fotos já dá pra sentir essa vibe meio cinza visual da história e amei. Confesso, porém, que minha antipatia do Casey Affleck por causa de caso de assédio é maior e eu não conseguiria ver por causa dele… Mas a história em si parece maravilhosa!

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    Daniela 21/07/2020 at 15:00

    Oie, nunca assisti esse filme, mais pelo que vc disse que fiquei morta de curiosidade, parece ser muito bom 🙂☺️

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    Ana Caroline Santos 20/07/2020 at 21:38

    Olá, tudo bem? Não conhecia o filme, mais fiquei hiper curiosa! Conheço o ator Casey por alto (algumas obras aqui e ali) e acho que entendo quando fala que ele possui um estilo próprio nos seus trabalhos. Não seria um filme que assistiria três vezes, dificilmente, mas que com certeza daria uma chance. Ótima dica e adorei!
    Beijos

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    Luma Vieira 20/07/2020 at 20:00

    Também gosto muito dos dias de calor, e como você falou muito dias de frios é muito importante nos dias frios ter os cuidados e poder aproveitar como assistir filmes. Gostei muito da sua dica.

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    Luana de Souza 20/07/2020 at 03:17

    Por um momento achei que esse filme fosse inspirado num livro que vi há um tempo que tem o mesmo nome. Mas pelo visto não é, e, ao contrário do livro, é um filme bem mais profundo. Fiquei bem curiosa com a sua resenha, mas principalmente com as imagens que você escolheu. Que fantástica ideia! Não sou muito de filmes, mas vou tentar ver esse ainda essa semana!

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    Bruna 19/07/2020 at 15:42

    Sou muito desinformada sobre Netflix, não sabia desse filme não, mais sua resenha ficou tão perfeita que quero assistir, ele nos faz vários questionamentos e adora filme nessa pegada, anotei a dica.

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    Tatiana 17/07/2020 at 20:38

    Adorei a dica, é bem o tipo de filme que eu gosto de ver. E nesta época de reclusão, toda dica cinematográfica é bem vinda.

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    Rebeca 16/07/2020 at 19:57

    Erika!!! O frio combina muito com esse filme. Obrigada por essa indicação. Primeiro que nem sabia que o Ben tinha um irmão HAHA. E depois que eu achei esse filme super interessante por mostrar o outro lado do luto, como você fala. Não me parece óbvio e achei que tem uma pegada bem questionadora mesmo, pra fazer pensar. Muito bom!!!! Beijos

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    Vitória Bruscato 16/07/2020 at 15:01

    Oi, Erika! Eu não conhecia o filme não, mas achei a sinopse bem interessante!
    Muito legal o fato de você assistir mais de uma vez e de ter percepções diferentes, até mostradas pelo seu namorado, acho muito legal isso! Anotei o título do filme para assistir depois 🙂

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    Mariana 16/07/2020 at 14:04

    Olá! Aqui em São Paulo esfriou (Ainda bem). Agora já posso tirar minhas roupas de frio do armário e ficar mais arrumada! haha
    Sobre o filme, ainda não tinha ouvido falar, mas me apaixonei e já quero assistir. O clima está muito favorável para isso. E combina ainda mais quando o filme é interessante.
    Obrigada por compartilhar. Depois quero voltar para deixar a minha opinião depois de assistir ao filme.
    xoxo

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    Sheila da Luz 16/07/2020 at 12:28

    Menina…aqui também está frio demais! Não gosto de dias frios pq nos fazem ficar com muita preguiça rsrsrs. Mas sobre o filme…eu amei a tua resenha e nunca tinha visto esse filme, então óbvio que ele já está na minha lista de filmes para ver com muita expectativa. Bjus querida

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    priscila 15/07/2020 at 23:33

    Aqui tá muuuuito frio e temperaturas oscilando! Bom pra ficar na cama! Eu pessoalmente não curto muito esse tipo de filmes. Prefiro comédias e tal, mas adorei a resenha!

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    Ani Lima 15/07/2020 at 19:09

    Oiii!!

    Ah eu amo o frio!! Ahahah fiquei tão feliz que esfriou em sp que pude finalmente estreitar meu moleton novo (já que não posso sair hahahaha)..
    Eu não conhecia o filme não, mas já vou querer assistir logo. Gostei do enredo e de sua análise que está incrível. O diálogo é tudo em qualquer relacionamento.

    Gostei da dica.

    Beijinhos,
    Ani

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    Laura Nolasco 15/07/2020 at 18:21

    Nunca tinha ouvido falar sobre o filme, mas achei muito interessante!
    Confesso que seria um filme que eu ignoraria por medo mesmo (sou medrosa demais kkkkk) mas com a forma que você explicou chamou muito minha atenção… vou assistir depois!
    Beijos

  22. Avatar
    Pat 15/07/2020 at 14:57

    Oi tudo bem? Não conhecia o filme, e nem o livro no qual ele foi baseado/adaptado. Parece uma obra profunda que levanta diversas reflexões sobre relacionamentos e sobre recomeçar e deixar ir, deve ser bem interessante de assistir.

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    Larissa Dutra 15/07/2020 at 14:35

    Olá, tudo bem? Não sabia desse filme ainda, mas confesso que fiquei bem curiosa para assistir. Parece ser uma história que faz a gente refletir bastante. Adorei a dica!

    Beijos,

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    Lenny 15/07/2020 at 08:53

    Muitas vezes, a conversa não ajuda porque eles pensam de maneira diferente… Se há amor eles superam os obstáculos…

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    Leticia Rodrigues 14/07/2020 at 18:59

    Depois de ler sua critica a sensação que tive foi: um filme bucólico. Mas quando vi a primeira imagem jurei que era de terror. Gostei dessa forma de falar sobre relações, luto e dialogo. Relações de modo geral são complicadas mais ainda quando as pessoas são diferentes e não conversam.

  26. Avatar
    Rúbia Kenes 14/07/2020 at 12:07

    Querida eu não conhecia o filme! Mas fiquei muito interessada, vou procurar para ver, só tenho que te agradecer a você, parabéns pela resenha linda demais, que me deixou muito interessada, gratidão, beijinhosssssss

  27. Avatar
    monique 13/07/2020 at 17:31

    Nossa, um tipo de filme que nos faz pensar em várias coisas, como você abordou no post. Com certeza, muitas partes do relacionamento merecem sentar e conversar, e saber cada um ceder um pouquinho, afinal, cada um é cada um, e ninguém está certo ou errado no que gosta, simplesmente cada um tem seu estilo e foi criado diferente como você falou. Gostei de todos os apontamentos que você fez, da história, e as aplicações no nosso dia a dia 🙂

  28. Avatar
    Tamara 13/07/2020 at 17:09

    Amiga, tenho evitado filmes tristes ou que me deixem com aquela bad mas, apesar do tema, acredito que esse filme merece ser visto agora. Obrigada por compartilhar sua opinião. Mais um para minha lista! Você sempre consegue transmitir em palavras os que sentimentos que teve. Parabéns!
    Beijos, Tamara

  29. Avatar
    KARINA VALESKA PADILHA ALVES 13/07/2020 at 16:45

    Olá Erika!
    Não conhecia o filme e me parece ser bem interessante sou kardecista e isso existe, muitas das vezes o espirito que desencarna ele não aceita está morto, ou melhor desencarnado e volta para ficar perto dos seus entes queridos e das suas coisas materiais, por isso sempre pedimos as pessoas para não ser materialista e se desencarnar aceitar a sua condição, sabemos que não estamos preparados para a morte do corpo, mas a morte é apenas uma passagem de espirito onde vamos viver a verdadeira vida. As pessoas sempre querem mais e mais, isso é bom, mas muitas das vezes o outro não entende o que a outra pessoa quer, por isso em todos os relacionamentos devemos amar e respeitar o nosso namorado ou marido sempre, vou procurar esse filme para ver, parece ser super interessante. Adorei a resenha… bjs e sucesso!

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    Joyce 13/07/2020 at 15:45

    Ah, que linda sua resenha. Já quero assistir a esse filme. Também gosto de casa arrumada com cara de lar. Achei super interessante essas curiosidades. Agora no momento estou assistindo Dark e tentando entender. Bjs

  31. Avatar
    Victoria 13/07/2020 at 15:12

    Caramba, Erika, que resenha incrível. O filme parece muito reflexivo e eu gostei bastante que aparentemente não tem um super efeito especial, só o lençol. Mostrando que o foco do filme é justamente a relação dos dois, antes e depois da morte. Adorei também suas reflexões sobre relacionamento e achei muito pertinentes. Parabéns!

  32. Avatar
    Graziela Costa 13/07/2020 at 12:43

    Interessante a reflexão que esse filme trás para nós, o dialogo nas relações são importantíssimas. Não conhecia o filme e sua crítica me deixou com bastante curiosidade para ver. Adoro as curiosidades dos filmes!

  33. Avatar
    Carolina 13/07/2020 at 11:45

    Olá! Não conhecia esse filme, já vou salvar aqui na minha lista da Netflix para assistir hoje a noite!! Eu gosto de assistir o filme sozinha e depois com meu namorado, pois assim acabo tendo também outras reflexões sobre o que está acontecendo. Adorei sua resenha, fiquei muito interessada nesse filme. Parabéns pelo conteúdo 🙂

  34. Avatar
    Ingrid 13/07/2020 at 09:53

    Acredita que nunca ouvi falar nesse filme… Mas fiquei bem curiosa por conta da sua resenha! 😉

  35. Avatar
    Gustavo Cabral Barberá 12/07/2020 at 22:40

    Não sabia desse filme e me parece ser formidável, gosto desse estilo de narrativa, deve prender demais a atenção. Anotei a dica e pretendo assistir o mais breve possível.

  36. Avatar
    Renata Mendes 12/07/2020 at 22:28

    Nossa, já vou procurar aqui para assistir. Gostei bastante do seu post, muito completo! Assistir o filme mais de uma vez é muito importante para fazer uma boa crítica!
    OBS: Também prefiro o calor haha!

  37. Avatar
    Débora Vicente 12/07/2020 at 21:11

    Oii, tudo bem?
    Achei o filme dessa resenha super interessante, espero que eu consiga assistir logo para essa curiosidade passar kkkk

  38. Avatar
    Robson 12/07/2020 at 18:43

    Olá tudo bem??
    Eu já vi alguns filmes do Ben Affleck mas por incrível que pareca não sabia que ele tinha irmãos e ainda mais famoso quanto ele. E quanto ao filme se for do tipo do Ben certamente será campeão de bilheteria.
    Eu com certeza não vou perder…

  39. Avatar
    Debora Sapphire 12/07/2020 at 18:35

    Olá, Érika. Tudo bem? Eu estou conhecendo esse filme só agora. E não me lembro de já ter assistido alguma produção com o Casey Affleck. Achei interessante mostrar essa importância do diálogo e de saber a sua opinião, e sobre o ponto alto do filme, além das curiosidades sobre o mesmo. E que as cenas contraditórias, te fizeram ir ainda mais fundo. Acho bacana o filme conter questionamentos e reflexão também. Eu nunca assisti algo tão tocante assim. Ótimo que se tornou um dos seus favoritos.

  40. Avatar
    Vitor Damasceno 12/07/2020 at 16:47

    Oi Erika ! Obrigado por fazer eu ficar ainda mais interessado nesse filme que já estava de olho por conta da história e desses dois atores, principalmente Rooney. Gosto do seu texto, porque você contou o que poderia ser dito como spoiler, mas contou de uma forma tão pontual e necessária para as reflexões que fez. Ah , já que gosta do Bem A., tem uma série na HBO que ele, juntamente com Matt Damon, financia a produção e filmagem de um projeto de um novo cineasta. Chama-se “Project Greenlight”. É interessante pois essa faceta de produtor faz com que entendemos melhor o amadurecimento do ator em si que ele é.

  41. Avatar
    denise 12/07/2020 at 13:16

    Oie gostei do filme so de ler sua resenha, eu to sem Netflix no momento, mas vou anotar pra assistir 🙂

  42. Avatar
    Camille Pezzino 12/07/2020 at 13:07

    Eu confesso que tenho problema com o Casey, não pelo talento – mas pelo ator mesmo. Então, sempre fico na dúvida de assistir algo dele ou não. Adorei as suas reflexões, elas formam uma sincronia bastante interessante com todos os espectros que vemos da morte. Aliás, adorei saber a perspectiva do morto – ele não é o primeiro a fazer isso, mas poucos fazem.
    Obrigada pelas suas considerações, estou pensando sinceramente em assisti-lo.

  43. Avatar
    Joana Darc 12/07/2020 at 10:37

    Oi
    Eu adorei a dica 🙂 não conhecia o filme, parece ser bem interessante!

  44. Avatar
    Ana Claudia 11/07/2020 at 23:15

    Ok, Erika! Que história, heim?! É, a falta de diálogo no relacionamento é um dos motivos que mais causam separações. Uma pena, mas acontece e muito. Gostei bastante do filme e quero assistir amanhã (domingo), que é o dia que me coloco a me dedicar a mim mesma. Obrigada!

  45. Avatar
    Joyce Agápito 11/07/2020 at 18:39

    Me pareceu um filme tão triste, eu achei bem bonita até a história mas eu acho q não aguentaria assistir e nem teria tido uma visão tão detalhada igual vc teve .

  46. Avatar
    Hanna Carolina de Paiva 11/07/2020 at 17:42

    Eu não sabia que Ben Affleck tinha irmão… Vivendo e aprendendo… rs
    Com relação ao filme, eu não vi, mas pela sua resenha, achei ele muito forte e reflexivo, não sei se estou na vibe de ver um filme assim no momento. Mas é um bom filme para pensarmos no quanto a vida é efêmera e no quanto tempo que perdemos discutindo por coisas pequenas.
    Bjks!

  47. Avatar
    Lucimar da Silva Moreira 11/07/2020 at 10:18

    Ainda não conhecia o filme, mais pela resenha a história é emocionante, é aquele tipo de filme que faz a gente assistir mais de uma vez, sim vou dá uma chance, fiquei bastante curiosa pelo filme, ainda não assisti nenhuma produção com Casey Affleck bjs.

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    Yasmine Evaristo 10/07/2020 at 20:14

    Ai, Erika, deixa eu te contar que estou adiando assistir esse filme há um tempo porque sei que vou me emocionar. Quem sabe eu não veja ele por agora depois de ler essa resenha ótima. <3

  49. Avatar
    Janaina 10/07/2020 at 17:07

    Nossa eu li duas vezes o seu texto. Talvez seja o momento em que vivo. Mas nunca vi uma resenha de um filme tão incrível. Estou a procura de filmes, já que a Netflix faz parte da minha nova rotina. Vou assistir agora…

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    Márcia schorn 10/07/2020 at 15:14

    Sou Porto alegrense, o frio está de lascar kkkk, bom mesmo para assistir uns filminhos, não estou de quarentena, então dei print em seu post, vou assistir a noite pois o filme tem a pegada que eu gosto.

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    Susan 10/07/2020 at 15:09

    Olá! Amo esse estilo de filme, já assisti Garota Exemplar também e gostei bastante, vou assistir esse com certeza! Bjss 🙂

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    Helana Ohara 09/07/2020 at 22:30

    Meu Deus do céu, esse filme tem um fantasma de lençol o tempo todo.
    Ai que tenso eu não quero assistir isso não, embora eu ame a Rooney Mara, acho ela maravilhosa.
    O filme ele tem uma premissa legal, principalmente da importância do dialogo.. Mas fiquei bem agoniada com esse lance do fantamas.