13 de julho de 2020

Oi gente, como vocês estão? Espero que tudo ok. Apesar de a semana passar voando acredito que seja sinal de foco concordam? Hoje vim dividir o que achei de “Como se relacionar bem usando comunicação não violenta” livro recebido em parceria com a Editora Sextante.

Alguma vez já precisou “erguer a voz” para se sentir ouvido? Ou precisou ser mais incisivo porque teve a impressão de que as pessoas não te compreendiam? Ou ainda, pensou que era a única maneira de estabelecer autoridade? Pois é, esse é o assunto que norteia “Como se relacionar bem usando comunicação não violenta”.

“Quem deseja manter a comunicação aberta deve evitar agressões, pois agressão gera mais agressão.”

Comunicação não violenta
Excesso de informação

Uma das situações mais comuns atualmente é o excesso de informação. É televisão, internet, jornal, revista, conversa no ônibus, no táxi, quando chegamos ao final do dia muitas vezes não conseguimos recordar o que ouvimos de manhã.

Esse excesso de informação muitas vezes causam ansiedade e nos faz perder a consciência do tempo presente. É comum estarmos preocupados com o passado por tarefas que não cumprimos, palavras não ditas, sonhos não realizados, etc. Por outro lado, instala-se a preocupação com o futuro. Se seremos bons o suficiente, se seremos reconhecidos, se determinado problema será resolvido, e assim por diante.

Essa ausência de consciência influencia diretamente em como tratamos aqueles que nos cercam. Em como expomos nossas ideias, sugestões e muitas vezes contribui para que sejamos violentos. É fato que há aqueles que optam pelo diálogo. No entanto, há quem vença tudo no “grito”. Mas será que isso é saudável? Será que esse é o caminho?

“A violência é um efeito da ausência de consciência. Se fôssemos mais conscientes, encontraríamos com mais facilidade ocasiões para exprimir nossa força sem agredir o outro.”

Comunicação não violenta
Discussões desnecessárias

Um dos pontos levantados pelo autor é que o ser humano quando parte para a agressão seu objetivo é demonstrar força, ou seja, é como demonstra que seus argumentos são válidos. Já presenciou uma discussão sobre partido político? E sobre futebol? Ou ainda reunião de família para decidir onde irão passar as férias? Ao perceber que seus argumentos estão perdendo força a tendência é qual? Justamente! Tentar falar mais alto do que o outro.

Isso me fez lembrar de uma situação corriqueira de quando era criança. Sempre nervosa (sem motivo óbvio haha). Quando queria que meus pais me deixassem fazer algo e percebia que a resposta seria um “não”. Ao invés de melhorar meus argumentos o que eu fazia? O que toda criança faz! Gritava, chorava, e ainda fazia chantagem emocional dizendo que eles não gostavam de mim haha Acreditam?

Esse comportamento mudou com a maturidade claro, mas conseguem perceber que muitos adultos continuam agindo dessa forma? Por isso é necessário se conhecer. Perceber que situações específicas nos faz “perder a linha” e buscar evoluir a partir disso.

Agora me contem, há situações em que agem dessa forma? Conseguem perceber antes ou se rendem e “mostram autoridade”? Conheciam o livro e/ou o autor? Deixe seu comentário 🙂

Leia também: 5 motivos para assistir Outlander

Até o próximo post, Érika ♡

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Erika Monteiro
Post escrito por Erika Monteiro

Descobri desde cedo quão incrível é o universo dos filmes, séries, livros e todo esse mundinho geek. Criei esse espaço para compartilhar experiências e trocar ideias.

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  1. Avatar

    Mulher Virtuosa By Vany

    8 de dezembro de 2020

    Essa leitura faz muito meu estilo literário. Eu gosto de livros que nos ensinam algo que agregam valor ao nosso dia a dia. Já quero muito ler.

  2. Avatar

    Minda

    7 de dezembro de 2020

    Já agi ,muito dessa forma confesso, mas hoje em dia quando vejo que a discussão vai partir para gritaria simplesmente encerro o assunto, tem um ditado ou frase que diz que é melhor ser feliz do que ter razão, eu concordo plenamente com isso … Levei anos para descobrir que gritar não fazia eu ter razão, aliás bem ao contrário, na maior parte pedia a razão …. vivendo e aprendendo … Gostei do livro!

  3. Avatar

    Márcia schorn

    7 de dezembro de 2020

    Ainda não conhecia o livro , a leitura é bem interessante, eu procuro não perder a linha , mais aprendi com o tempo ou a maturidade.

  4. Avatar

    Ingrid

    7 de dezembro de 2020

    Não conhecia esse livro, mas adorei a sua resenha!

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    Patrícia Camargo da Silva

    7 de dezembro de 2020

    Muito bacana esse livro, já quero ler, as vezes me altero em uma discussão, e quero que seja diferente! adorei

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    Ana Caroline Santos

    7 de dezembro de 2020

    Olá, tudo bem? Achei interessante a proposta do livro e como isso é abordado. Eu admito que sou uma pessoal sem paciência, que não beira ao explosivo, mas que quando solta o verbo é de sair de baixo. E isso reflete bastante no meu aumentar de voz. Eu naturalmente sou uma pessoa que fala alto, então imagine quando debate ou discuto. É um hábito que eu realmente tento mudar, porque muitas das vezes até sem querer passo por ignorante e bruta, mas é difícil. Esse livro será de grande auxilio nas tentativas. Ótima dica!
    Beijos

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    Joana Darc

    6 de dezembro de 2020

    Oi! Eu adorei a sugestão 🙂 é bem interessante, irei ler com certeza…

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    maisa rodrigues

    6 de dezembro de 2020

    Eu temo que sempre fui a pessoa que levanta a voz com muita facilidade. Não era assim quando criança, sempre deixei que me fizessem de gato e sapato, acho que por isso cresci e me revoltei.
    Sempre que sinto que estou certa e alguém insiste no errado eu já me inflo, levanto a voz grossa e grito a minha opinião. Eu tenho plena consciência de que isso é ridículo, beirando a infantilidade, mas é mais forte do que eu. Estou tentando mudar isso aos poucos.